Da trincheira carioca, por exemplo, Aldir disparou “Tiro de misericórdia”, em 1977 com artilharia que acertou premonitoriamente na violência que dominaria as comunidades da cidade partida retratada com lirismo, mas longe dos cartões-postais. Dois anos depois, em 1979, a dupla compôs o hino da abertura, “O bêbado e a equilibrista”, lançado na voz recorrente de Elis.
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